INFORMAÇÕES

02 e 03 de Novembro, às 21h30

 

Grande Luís Morais Auditório

Centro Cultural do Mindelo

 

DURAÇÃO: 1h20 min 

Língua: várias

CLASSIFICAÇÃO: M.12

FESTIVAL MINDELACT
PROGRAMAÇÃO
 
teatro-dança
DE MARFIM E CARNE - AS ESTÁTUAS TAMBÉM SOFREM 
Marlene Monteiro Freitas / P.OR.K (Cabo Verde / Portugal)

FICHA ARTÍSTICA

 

Coreografia Marlene Monteiro Freitas

 

Interpretação Marlene Monteiro Freitas, Andreas Merk, Betty Tchomanga, Lander Patrick, Cookie (percussão), Tomás Moital (percussão), Miguel Filipe (percussão)

 

Luz e Espaço Yannick Fouassier

Música ao vivo Cookie (percussão)

Edição e Som Tiago Cerqueira

Pesquisa João Francisco Figueira, Marlene Monteiro Freitas

 

Produção P.OR.K (Lisboa, PT) Difusão Key Performance (Estocolmo, SE) Coprodução O Espaço do Tempo, Montemor-o-Novo (PT), Alkantara Festival, Lisboa (PT), Maria Matos Teatro Municipal, Lisboa (PT), Bomba Suicida, Lisboa (com o apoio da DGArtes, PT), CCN Rillieux-la-Pape, direção Yuval Pick, Rilleux-la-pape (FR), Musée de la danse, Rennes (FR), Centre Pompidou, Paris (FR), Festival Montpellier Danse 2014, Montpellier (FR), ARCADI, Paris (FR), le CDC - centre de développement chorégraphique de Toulouse/Midi-Pyrénées, Toulouse (FR), Théâtre National de Bordeaux en Aquitaine, Bordéus (FR), Kunstenfestivaldesarts, Bruxelas (BE), WP Zimmer, Antuérpia (NL), NXTSTP (EU)

 

Apoio ACCCA - Companhia Clara Andermatt

Agradecimentos Staresgrime (PT), Dr. Ephraim Nold 

O ESPETÁCULO

Pedra, cera, madeira, metal, marfim e outros materiais, servem ao homem para criar corpos, figuras, bonecos mecânicos...talhados fisicamente e emocionalmente, formas do mundo virtual, deificados ou fruto da livre fantasia, capazes de simular a vida iludindo a morte. Estátuas são uma possível metáfora para a imobilidade; bailes, uma possível metáfora para o movimento; petrificação, uma possível metáfora para a transformação de humanos em pedra, correspondendo a um enraizamento no lugar onde ela ocorre. de marfim e carne – as estátuas também sofrem é um baile de figuras petrificadas.

MARLENE MONTEIRO FREITAS

Marlene Monteiro Freitas nasceu em Cabo Verde onde co-fundou o grupo de dança Compass. Estudou dança na P.A.R.T.S. (Bruxelas), na E.S.D. e na Fundação Calouste Gulbenkian (Lisboa). Trabalhou com Emmanuelle Huynh, Loïc Touzé, Tânia Carvalho, Boris Charmatz, entre outros. Criou as peças: Bacantes – Prelúdio para uma Purga (2017), Jaguar com a colaboração de Andreas Merk (2015), de marfim e carne - as estátuas também sofrem (2014), Paraíso - colecção privada (2012-13), (M)imosa com Trajal Harrell, François Chaignaud e Cecilia Bengolea (2011), Guintche (2010), A Seriedade do Animal (2009-10), A Improbabilidade da Certeza (2006), Larvar (2006) e Primeira Impressão (2005), obras que têm como denominador comum a abertura, a impureza e a intensidade. Em 2017, A Sociedade Portuguesa de Autores (SPA) atribuiu à Jaguar o prêmio de melhor coreografia e, no mesmo ano, foi distinguida pelo Governo de Cabo Verde por suas realizações culturais. Em 2018 criou a peça Canine Jaunâtre 3 para a Batsheva Dance Company. Ainda em 2018, a Bienal de Veneza atribuiu a MMF o Leão de Prata na categoria Dança. Tem uma colaboração contínua com o O Espaço do Tempo (PT) e de 2016-18 é contemplada com o programa Artiste Associé de La Manufacture CDCN (FR). É co-fundadora da P.OR.K, estrutura de produção sediada em Lisboa. Estrutura financiada por: inserção do logotipo da DGARTES + República Portuguesa

ESPECTÁCULO FINANCIADO POR

  • Facebook Social Icon
  • Instagram Social Icon
  • Twitter Social Icon
  • Google+ Social Icon
  • YouTube Social  Icon

© Mindelact 2017 All rights reserved. Website created for Positivos Online

Contacto Centro de Documentação 

Telefone & Fax  00 238 232 4111


E-mail

mindelact@gmail.com