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PALCO 02

19:00

ALAIM

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11 nov

CRIATURA

Bruna Longo (Brasil)

Concepção: Bruna Longo
Assistentes: Giovanna Borges e Letícia Esposito
Dramaturgia: Bruna Longo
Cenário: Bruna Longo e Kleber Montanheiro
Cenotécnica: Evas Carretero e Nani Brisque
Figurinos: Kleber Montanheiro
Objetos: Bruna Longo com colaboração de Larissa MatheusDesenho de luz: Rodrigo Silbat
Operação de Som: Giovanna Borges / Leticia Esposito
Operação de Luz: Rodrigo Silbat / Giovanna Borges. 
Trilha: Bruna Longo
Fotos do espetáculo: Danilo Apoena  
Foto de capa: Guilherme Corrêa
Arte gráfica: Kleber Montanheiro


Colaboradores artísticos: Larissa Matheus (provocações de dramaturgia), 
Lino Colantoni (edição de trilha), Mateus Monteiro (interpretação textual), 
Victor Grizzo (direção de arte) e Anna Toledo (canto). 

SOBRE O ESPETÁCULO

Criatura, Uma Autópsia, espetáculo solo de Bruna Longo, é uma fricção entre o romance Frankenstein, Ou O Prometeu Moderno e a vida de sua autora Mary Wollstonecraft Godwin (Shelley).

Em 2013 a atriz Bruna Longo lê Frankenstein, ou O Prometeu Moderno, pela primeira vez. Assombrada pela absoluta solidão da criatura decide, em 2017, embarcar em uma adaptação da obra para o palco sob o ponto de vista desta personagem. Mas os caminhos da pesquisa são frequentemente misteriosos. Por vezes busca-se algo e outra coisa nos encontra. Ao tentar falar da criatura cada ação, cada palavra, cada dor encontrava Mary Wollstonecraft Godwin (mais tarde Shelley), a jovem que escrevera o livro. Sua história se impunha através da narrativa que ela mesma escreveu. O trabalho em sala de ensaio inicia-se em fevereiro de 2018. A dramaturgia física é criada tendo como base duas narrativas: a do romance e a da vida de Mary, buscando os pontos de fricção, e tendo como recorte a presença constante da morte.  Em junho de 2018, já em meio aos ensaios, a atriz é convidada pela Bodleian Libraries da Universidade de Oxford a ter acesso aos documentos originais (diários, cartas e manuscritos) de Mary e sua família, e visita os lugares relevantes à sua vida na Inglaterra. Voltando à sala de ensaio, dois anos depois do início da pesquisa, o espetáculo que nunca se propôs uma biografia da criatura ou tampouco da autora, tornou-se uma autopsia de um romance, de uma personagem, revelando as entranhas, artérias, musculatura de dores pessoais e universais. 

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